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» El patriotismo es un obstáculo para la felicidad humana

«El espíritu separatista del nacionalismo se está extendiendo como el fuego por todo el mundo. Se cultiva el patriotismo y se explota hábilmente por los que buscan más expansión, más amplio poder, más grandes riquezas; y cada uno de nosotros participa en este proceso porque también deseamos estas cosas. La conquista de otras tierras y otros pueblos provee nuevos mercados para el comercio, como también para las ideologías políticas y religiosas. Learn more …
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Caramulo, Portugal – 2010

Posted via email from kosmografias

Last Updated on Terça-feira, 31 Agosto 2010 02:40

What can I do to realize my true nature?

Source: Seeing-Knowing

[Photo: Caramulo, 2010 - by Setrok Layl]

It is not a matter of doing something. All the doing in all the world appears out of the same ‘source’. Everything appears out of nothing, emptiness and it also disappears back into the same emptiness. Everything is appearance. There is no ‘doer’ – the whole manifestation is a movement of energy. That movement appears as the gross explosions of Stars being born, as planets forming and as the microscopic life forms beyond the power of normal cognition. Look through a powerful microscope and recognize LIFE.

“We’ THINK we are SO important as these forms called human beings. There is awareness of the the universe and all the apparent forms. Even the life force can be sensed.
Upon WHAT do the impression register? THAT is undivided and the mind cannot put labels on it. There maybe a sense of awe if the mind ceases its constant conceptualizations.
What you are is LIFE itself. Life does not know death.
What has been born is the concept of ‘I am’.
What the mind adds to that simple and harmless concept ‘I am’ is a translation of events and experiences. This habit happens so quickly, we cannot easily detect the mechanics of it. It appears that ‘I’ gets identified so quickly with ‘stuff’ and it seems impossible to get free.

However, in the simple pausing of thought, this naked awareness is revealed to be ‘presence-awareness’. It does not have a label because it is prior to language….it is prior to all the manifestation of energy appears AS form. Basically the movement of energy is the activity of KNOWING and so nothing can be separated from this knowing. What the mind ‘makes’ from this activity of knowing is based on cultural input and past beliefs. Patterns repeat themselves in the apparent duration – the apparent appearance of time.
The only way out of the mind, which is time, is to stop.
You cannot put any labels on the naked empty cognition that remains.

Getting a taste of it as often as possible ‘brings’ a natural recognition of one’s true nature.
Reality is not in conflict with anything.
The maze of the mind will simply ‘recreate’ itself in endless configurations, so don’t bother trying to rearrange the maze of concepts.
Watch the mind without believing in being a thinker. Simply watch it without grabbing any thoughts through habit.
Everything is fresh and new.

This moment has never happened before and it will never happen again.

It is NOT conditioned by the past.

Sent with Reeder

 

Enviado do meu telemóvel.

Posted via email from kosmografias

Last Updated on Domingo, 29 Agosto 2010 01:16

“The Tree of Life”, with love, for Autumn Antal

@autumn_antal to @kosmografias:

"You have created me and I have created you, perfection.

I love you forever, beyond names & bodies…because that Love is all."

 

Last Updated on Terça-feira, 17 Agosto 2010 01:32

Indivíduos separados?

Nisargadatta Maharaj

Pergunta: Por que é que nós naturalmente parecemos pensar em nós mesmos como indivíduos separados?

Maharaj: Seus pensamentos sobre individualidade não são realmente seus próprios pensamentos; são todos pensamentos coletivos. Você pensa que você é a pessoa que tem os pensamentos; mas de fato os pensamentos surgem dentro da consciência. Conforme nosso conhecimento espiritual cresce, nossa identificação com um corpo-mente individual diminui, e nossa consciência expande-se na consciência universal. A força da vida continua a atuar, mas seus pensamentos e ações já não são limitados à um indivíduo. Transformam-se na manifestação total. É como a ação do vento – o vento não sopra para nenhum indivíduo em particular, mas para a manifestação total.

Q: Como um indivíduo é possível retornar à fonte?

M: Não como um indivíduo; o conhecimento “eu sou” deve retornar à sua própria fonte. Agora, a consciência identificou-se com uma forma. Mais tarde, ela compreende que não é essa forma e segue adiante. Em alguns casos pode alcançar o espaço, e muito frequentemente, pára ali. Em muito poucos casos alcança sua fonte real, além de todo condicionamento.
É difícil abandonar essa inclinação de identificar o corpo como sendo o ‘Ser’ (Self). Eu não estou falando com um indivíduo, estou falando para a consciência. É a consciência que deve procurar sua fonte. Desse estado de não-ser surge o sentido de existência. Vem tão quietamente quanto o crepúsculo, com apenas uma sensação de “eu sou” e então de repente o espaço está lá. No espaço, o movimento começa com o ar, o fogo, a água, e a terra. Todos estes cinco elementos são justamente você. De sua consciência tudo isto aconteceu. Não há nenhum indivíduo. Há somente você, o funcionamento total é você, a consciência é você. Você é a consciência, todos os títulos dos deuses são os seus nomes, mas identificando ao corpo você se entrega ao tempo e a morte -você está impondo isso a você mesmo. Eu sou o universo total. Quando eu sou o universo total não tenho necessidade de nada porque eu sou todas as coisas. Mas abarrotei eu mesmo em uma coisa pequena, um corpo; fiz de mim um fragmento e tornei-me carente de coisas. Eu preciso de tantas coisas sendo um corpo. Na ausência de um corpo, você existe, quando não tinha um corpo você existia? Você estava lá ou não? Alcance esse estado que é e era anterior ao corpo. Sua natureza verdadeira está aberta e livre, mas você a encobre, você dá-lhe vários desenhos.

Posted via email from kosmografias

Last Updated on Quarta-feira, 11 Agosto 2010 03:35
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